10 de abr de 2018

| Lançamento | Rocco Lançamentos de Abril.



HARRY POTTER E O PRISIONEIRO DE AZKABAN - ILUSTRADO



Depois de Harry Potter e a Pedra Filosofal e Harry Potter e a Câmara SecretaHarry Potter e o prisioneiro de Azkaban, o terceiro volume da série do bruxo mais adorado do mundo, ganha edição ilustrada pela Rocco. Com projeto gráfico sofisticado – capa dura, sobrecapa e miolo em papel cuchê – o livro traz o texto integral de J.K. Rowling acompanhado dos incríveis desenhos do premiado artista britânico Jim Kay, escolhido para recriar em imagens os sete livros da série. 
 
Novamente, Kay apresenta um mundo encantado e repleto de detalhes a cada página, agora para acompanhar o terceiro ano de Harry Potter na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. O livro traz novas representações do castelo de Hogwarts e de professores como Severo Snape, assim como imagens do icônico Nôitibus, que aparece na capa. 
 
Usando tinta, lápis e pixels, o ilustrador recria o universo de J.K. Rowling com maestria, capturando a notável mudança de tom do terceiro volume da saga rumo a um território mais sombrio e dando vida a novos personagens-chave como Sirius Black e a professora Trelawney.
 

Com mais de 115 novas imagens, Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban ilustrado por Jim Kay traz a maior saga editorial de todos os tempos em uma edição que ultrapassa fronteiras de gênero e idade. 





ALMA & POLÍTICA.



O mundo atravessa uma fase de profundo antagonismo, provocado por posições extremistas e radicais que não toleram a diversidade de opinião, buscando antes o conflito que a compreensão e o entendimento, uma postura que se torna particularmente perigosa quando conduz ao sectarismo político ou ao fundamentalismo religioso. Em Alma & política, o rabino Nilton Bonder, autor do bestseller A alma imoral, entre outros, faz uma reflexão inovadora e profunda sobre o lugar da política e do partidarismo na evolução humana. 
 
Recorrendo à sabedoria judaica, Bonder demonstra que tradições milenares já haviam detectado dois tipos de padrões no aparato de compreensão humana – o intransigente (machmir) e o leniente (mekil). Segundo o autor, estes dois modi operandi básicos deram origem aos embates entre liberal e conservador, esquerda e direita, Democrata e Republicano – resumidamente as duas linhas preponderantes de pensamento político –, estabelecendo tendências pessoais que afetam nossa opinião e julgamento sobre os fatos.
 
A partir destes dois grupos e de seus subgrupos, o autor monta uma biotipologia do pensamento humano caracterizada por inclinações e parcialidades a serem carregadas por toda a vida. Descrevendo-as como “tipos de alma”, como defaults imutáveis de nossa identidade, o autor aponta para uma curiosa intercessão entre política e espiritualidade na caminhada de aperfeiçoamento do ser humano. E explica que é possível oscilar entre esses polos ao longo da vida, de acordo com experiências e circunstâncias pontuais, mas o fato é que todo indivíduo possui uma essência – ou Alma – que tende mais à esquerda, ou mais à direita, um marcador definitivo de nossa personalidade Democrata ou Republicana que nos acompanha por toda a vida.
 
Nesse milenar esforço por civilidade e evolução, nossas inclinações respondem pelas distorções que muitas vezes fazemos do que é real e, ao mesmo tempo, oferecem pistas de como reencontrar equilíbrios e retificar nosso partidarismo. Alma & política é justamente um livro para identificar seu “tipo de Alma” e o regime que lhe é cabido para desinclinar-se. Uma “dieta do tipo de alma”, apontando regimes para as parcialidades do pensamento e de seu sectarismo na busca por isenção, justiça e retidão.




UMA CERTA CRUELDADE 


Primeira escritora a obter autorização dos herdeiros de Agatha Christie para dar nova vida ao detetive Hercule Poirot, escolha que a coloca no panteão dos grandes nomes do thriller policial, Sophie Hannah está de volta em mais um romance com o casal de detetives Simon Waterhouse e Charlie Zailer. Depois de A vítima perfeita e A outra casa, a dupla de investigadores retorna para um de seus casos mais complexos, cujas evidências os levam ao mais fascinante e perigoso dos labirintos: a mente humana, e a sempre tênue fronteira entre fatos e memórias.
 
No livro, Amber Hewerdine já tinha tentado curar sua insônia crônica de muitas maneiras quando resolveu, sem muita determinação, procurar um hipnoterapeuta. Mas a última coisa que ela poderia imaginar era ser presa duas horas após uma consulta em que, sob hipnose, murmurou “gentil, cruel, meio que cruel”, palavras aparentemente aleatórias que acabaram por conectá-la ao assassinato brutal de Katherine Allen, uma professora primária de quem Amber jura nunca ter ouvido falar. É aqui que Simon e Charlie entram em cena, tendo que conciliar uma vida doméstica em que nem tudo são flores a uma investigação capaz de colocá-los em lados opostos.
 
Considerada um dos maiores expoentes do thriller psicológico contemporâneo, a inglesa Sophie Hannah foi ainda mais longe no que diz respeito à psicologia e mergulhou em teses e estudos sobre o tema durante o processo de escrita de Uma certa crueldade. Aqui, ela reforça o caráter frágil e fragmentado das memórias: somos capazes de manipular nossas lembranças com uma narrativa criada cuidadosa e inconscientemente para ser encarada como verdade, construindo ao redor dela uma teia que vai incorporar qualquer fato relevante que sirva ao seu propósito e descartar os que se mostram inúteis.
 
Assim, ao conduzir um mistério perfeito no que diz respeito a ritmo e texturas, em que  acompanhamos fascinados e boquiabertos seus quebra-cabeças e reviravoltas, a autora se desvia com perspicácia dos clichês mais sorrateiros em uma obra que desafia gêneros ao não se deixar limitar pelo suspense, enfileirando personagens complexos num texto que se desenvolve para além da trama. Como todos os trabalhos de Hannah, porém ao contrário de grande parte dos livros policiais, Uma certa crueldade pode ser lido diversas vezes sem perder a força – afinal, há muito mais a ser apreciado e descoberto em suas páginas que uma vítima, uma arma e um culpad

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MUITO ALÉM DE MARTE E VÊNUS



Em 1992, um livro foi transformado em bestseller instantâneo: Homens são de Marte, Mulheres são de Vênus passou a ser uma das publicações mais discutidas e debatidas da época, vendendo milhões de exemplares em todo o mundo. O motivo? Seu autor, o terapeuta americano John Gray defendia que os problemas de relacionamento entre os casais se originavam no conflito entre as diferenças – psicológicas e hormonais – entre os gêneros, o que explicaria seus comportamentos e a forma como se inseriam na sociedade: o homem provedor, ativo, voltado para a conquista e o sucesso (Marte), e a mulher cuidadora, receptiva, dedicada ao amor (Vênus). Mas, 25 anos depois de seu lançamento, o que mudou? 
 
É isso que John Gray traz em seu mais recente livro, Muito além de Marte e Vênus – Segredos para um relacionamento duradouro. O ritmo acelerado do trabalho e da vida aumentou o estresse tanto para homens como para mulheres, que têm cada vez mais alternado seus papeis sociais e na vida privada. As mulheres tomaram o mercado de trabalho e, mais independentes, têm buscado a realização pessoal e profissional, incorporando atitudes “marcianas” em seu comportamento. Já os homens têm assumido mais responsabilidades em casa e se sentem mais livres para extravazar seus sentimentos, desenvolvendo atitudes tipicamente “venusianas”. Nesse cenário, Gray aponta que a dinâmica dos relacionamentos também mudou e um novo mundo se descortinou: as pessoas podem ser elas mesmas como nunca antes, adotando características que ultrapassam os modelos tradicionais de gênero, o que possibilita que seus relacionamentos ganhem profunda e inédita intimidade. 
 
Mas essas mudanças também trazem desafios: a principal delas, e que o autor propõe, é que todos aprendam a exprimir melhor suas qualidades masculinas e femininas de maneira que reduzam e não aumentem esse estresse, aprendendo a apoiar as novas necessidades de seus parceiros, e vice-versa, tendo como ponto de partida as características essenciais dos gêneros, que permanecem com suas diferenças fundamentais: afinal, como determinam a atuação dos hormônios testosterona e estrogênio nos sexos masculino e feminino, homens ainda são de Marte e mulheres ainda são de Vênus. 
 
Nesse lançamento, Gray explora detalhadamente as novas necessidades de apoio emocional de homens e mulheres e os recentes desafios que surgem nos relacionamentos modernos. Em Muito além de Marte e Vênus, o autor também indica uma série de orientações e técnicas comportamentais que vão ajudar o leitor a desenvolver novas habilidades para o alcance da felicidade e da satisfação pessoal e, por consequência, de uma relação bem-sucedida.







WARCROSS



Um jogo de realidade virtual que faz parte da rotina de milhões de pessoas em todo o planeta é o fio condutor de Warcross, novo livro de Marie Lu. A aclamada autora da trilogia Legend aproveita sua experiência na indústria de videogames para criar um suspense de ficção científica que promete fisgar os leitores, especialmente os mais jovens. Centrada na hacker adolescente Emika Chen, que trabalha como caçadora de recompensas, a história usa como cenário as cidades de Nova York e Tóquio para mostrar um universo em que a tecnologia vira entretenimento de massa e funciona como válvula de escape. 
 
Quem vê Emika Chen andando por Nova York pensa estar diante de uma adolescente como outra qualquer: cabelos coloridos, tatuagens, roupas surradas, mochila nas costas, um skate e olhos atentos ao celular. Mas a realidade dela em nada se parece com a da maioria das pessoas de sua idade: com o aluguel atrasado e um aviso de despejo pregado na porta, a jovem órfã usa suas habilidades de hacker para exercer a arriscada função de caçadora de recompensas, entregando para a polícia criminosos considerados menos perigosos.
 
Quando a caçada que poderia pagar suas contas dá errado, Emika volta para casa, liga a TV e tenta se distrair fazendo a mesma coisa que milhões de espectadores ao redor do mundo: acompanhar a abertura do campeonato oficial de Warcross, um jogo de realidade virtual bastante popular criado por Hideo Tanaka, o bilionário dono da Henka Games. Sem conseguir esquecer seus problemas financeiros, a adolescente decide se arriscar hackeando a partida e roubando um item que pode valer 15 mil dólares no mercado de compra e venda da comunidade de jogadores. Mas a tentativa, que parecia ter sido um sucesso, acaba falhando, expondo a identidade da jovem.
 
Apavorada e certa de que seria presa, Emika decide ignorar ligações e mensagens recebidas no celular, pedindo que entrasse em contato. Ao ver repórteres na porta do prédio onde mora e descobrir que o número a ser discado é da filial da Henka Games em Manhattan, a hacker entrega os pontos, achando que irá falar com advogados da empresa. Para a surpresa dela, do outro lado da linha está o famoso Hideo Tanaka, com uma proposta de trabalho. Em vez de levá-la ao banco dos réus, ele quer a adolescente em Tóquio.
 
Aos 13 anos, Tanaka se transformou em um gênio adolescente ao inventar o jogo Warcross e os óculos NeuroLink, que permitem ao usuário criar mundos virtuais indistinguíveis da realidade. Quase uma década depois, o bem-sucedido empresário está às voltas com uma pessoa misteriosa, capaz de alterar as linhas de código e mexer na programação do Warcross. Por isso, ele precisa de Emika: nada melhor do que uma hacker talentosa para identificar quem tem burlado a segurança do sistema.
 
Ao aceitar a missão, Emika parece estar em um sonho: recebe roupas e acessórios das melhores marcas, fica hospedada em lugares luxuosos, ganha itens de última geração da Henka Games e conhece as estrelas do Warcross, de quem será companheira de time. Conforme a investigação avança, fica a dúvida no ar: será que o ameaçador Zero é mesmo o vilão? Haverá outros jogadores envolvidos em uma trama sinistra? Embarque na aventura criada por Marie Lu e descubra.
 


UM ANO SOLITÁRIO



A adolescência é um período desconcertante. Cruel, surpreendente, melancólico – tudo ao mesmo tempo – e poucos autores conseguem escrever sobre essa fase de forma sincera e inteligente. Não por acaso, Um ano solitário, de Alice Oseman, é comparado com o marco da literatura sobre as angústias juvenis: um Apanhador no campo de centeio da era digital, segundo o jornal britânico The Times.
 
O livro de estreia da jovem autora britânica, publicado quando Alice Oseman tinha 19 anos, retrata o que é ser adolescente nos dias de hoje: a falta de motivação no espaço escolar, transtornos alimentares e psicológicos e a internet como espaço de fuga – que se somam às tradicionais paixões escolares e dramas familiares.
 
Estudante do penúltimo ano do ensino médio, Tori Spring tem amigos dos quais não gosta, ouve músicas deprimentes e escreve em um blog sobre seu pessimismo crônico. Até que, em um dia como qualquer outro, ela segue uma trilha de post-its que a levam de seu armário na escola até o laboratório de informática. Na sala deserta, uma mensagem fala sobre um misterioso grupo chamado “Solitaire”, em referência ao jogo de cartas “Paciência”, com o qual a adolescente costuma passar o tempo durante o recreio e horários vagos. Também nesse dia, ela conhece o sempre esfuziante Michael Holden, aluno novo na escola, que parece determinado em tornar-se seu amigo.
 
De início, o Solitaire pouco a interessa, mas as brincadeiras e jogos que o grupo promove envolvendo toda a escola tornam-se progressivamente mais perigosas. E o mais estranho: relacionam-se cada vez mais com os dilemas da vida de Tori. Para solucionar o quebra-cabeça que se forma, a adolescente vai descobrir que precisa mais dos amigos e familiares do que gostaria de reconhecer. Um ano solitário é uma resposta de Alice Oseman para personagens como Holden Caulfield, de O Apanhador no campo de centeio, e Charlie, de As vantagens de ser invisível. Um livro sobre amizades, descobertas e sobre aprender que uma pessoa pode mudar tudo.
 






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